Numa outra viragem dos acontecimentos, o perito lamentou a circunstância de factor premente a que os especialistas em bem-estar de borda sangrenta são oprimidos e advertidos de situações de sobrecarga da área.

“Ao não prevenir, ao não prestar atenção às propostas, estamos a levar a administração do bem-estar à fraqueza e ao trabalho frio. Podem surgir problemas graves devido ao cansaço da administração do bem-estar. Transmiti um interesse sólido para que consintamos nas medidas de antecipação, e os indivíduos que perderam a porção primária do anticorpo devem ir aos presentes de inoculação para completar a vacinação”, pediu Barreto, e enfatizou a aclamação dos especialistas em bem-estar. “No momento em que isto terminar, elogiarei, por todo o país, os especialistas em bem-estar, com o argumento de que não houve, neste país, uma circunstância que tenha dado tanto trabalho a tudo considerado e que tenha exigido uma consideração tão profunda para que os indivíduos não chutassem o balde”, adultou ele.

O egocentrismo como motivo de confrontos em MOÇAMBIQUE

Mais do que discutir o bem-estar, o perito em transmissão de doenças, que tem um amplo envolvimento com o contexto moçambicano, também resolveu questões orientadas por políticas. No que lhe diz respeito, não augura bem que a autoridade pública tenha permanecido durante tanto tempo para acompanhar a questão da opressão psicológica em Cabo Delgado.

“Moçambique tem uma vasta experiência de longos períodos de batalha, com um grande número de indivíduos desalojados no interior e à distância. Na verdade não consigo esclarecer a circunstância em Cabo Delgado, uma questão que começou em 2017, com a gravidade, e adiamos até 2021 para dar um passo. Como especialista e como indivíduo, ouvi dizer que houve barbaridades, demonstrações de selvajaria, e permitimos que tivéssemos circunstâncias de indivíduos deslocados, permitimos uma circunstância em que sabíamos definitivamente quais seriam os impactos. Devíamos ter sido mais contundentes, não sou especialista em assuntos tácticos e não sou legislador, sou um indivíduo e um especialista, e tenho uma visão do tempo do conflito, estive em campos de deslocados nesta nação e em diferentes países. Moçambique foi visto por toda a parte para além das suas linhas e recebeu um tal excesso de ajuda que hoje já não a vejo”.

O especialista toma uma posição firme sobre a razão das contendas que a nação encontrou no período pós-autónomo e concentra-se na estreiteza de visão como o ponto focal, tudo considerado. “A nação sucumbiu a várias filosofias, então, nesse momento, são as teimosias. Há indivíduos que exigem de bom grado e de forma intransigente que se conformem com escolhas para si próprios e não para beneficiar todos. Há enormes interesses individuais, há enormes interesses empresariais, e eles não se lembram dos interesses da maior parte. A totalidade deste agregado traz consigo esta desestabilização, esta vergonha que estamos a sobreviver”, concluiu.